22.1.13

 

Inerte é o tempo refletido em mim…

Pauso no pensamento do já passou por mim…

Agonizo a ausência de quem já foi para mim…

Remete-se ao silêncio a vontade de mim…

 

O que fazer,

Quando a aurora tarda em ser de novo?

Neste desprazer vivo encoberto,

Sem avanço, nem recuo,

Perco-me indefeso neste interregno

Que de mim possuo…

 

O que fazer,

Quando o ar já não me inspira, o alento quebrado,

Esta paragem na existência,

Em que me sinto anestesiado?

 

O que fazer,

Quando lá longe, vai veloz a Vida,

E eu permaneço aqui, em mim,

Como terra batida?

 

Cecília Pinto


Link deste ArtigoPor Mil Razões..., às 09:00  Comentar

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O tempo, a arbitrariedade da vida e as fragilidade...
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