1.8.16

Arrow-GerdAltmann.jpg

Foto: Arrow - Gerd Altmann

 

Escolhas. Escolhas que traçam um caminho, que caraterizam uma trajetória, que moldam a vida e a fazem avançar. É delas, das escolhas, que se vive. Opções que ora estão certas, ora estão erradas, mas que são irreversíveis. Sempre diferentes na forma como se vivem e, por consequência, irreversíveis.

E se determinada escolha fosse escolhida em detrimento de outra que acabou por originar arrependimento? E se não tivéssemos que escolher? E se as escolhas se tornassem impossíveis? Ou seja, e se houvesse a oportunidade de não escolher?

“Tu tens que fazer a escolha certa. Enquanto tu não escolhes, tudo contínua a ser possível.”

Para quê e porquê escolher? “Porque eu sou eu e não outra pessoa qualquer?”

Um mundo onde pudéssemos viver todas as vidas possíveis e imaginárias e onde todas as possibilidades se manteriam em aberto. Nada seria irreversível. Várias dimensões paralelas coexistiriam, dimensões onde o ser humano se poderia multiplicar em diferentes “eus”.

“Cada escolha é a escolha certa. Tudo poderia ser qualquer outra coisa. E teria tanto significado como qualquer outra.”

Um mundo louco, por certo, onde sonho, realidade, imaginação e ilusão se confundiriam; um mundo onde a palavra “sonho” perderia dimensão e significado.

O que seria um sonho nessa pseudo-realidade?

 

Nesta dimensão, na realidade em que vivemos, cada escolha é também a escolha certa. Ainda que irreversível. Ainda que possa ser a escolha errada. Foi essa escolha que te fez quem és hoje; foi ela que te fez (querer) ser sempre melhor, como ser humano.

“Na vida só temos um take, se estiver mau temos de o aceitar.”

O que dá sentido à vida é o caminho percorrido. Ainda que a meta não seja exatamente aquilo que idealizaste, o que enriquece e lhe dá sentido são as escolhas tomadas ao longo deste percurso e as experiências proporcionadas por tais escolhas. A vida, seja ela qual for, valerá sempre a pena ser vivida.

 

Sandra Sousa

 

Link deste ArtigoPor Mil Razões..., às 09:30  Comentar

Luanda | Angola

Pesquisar
 
Destaque

 

Porque às vezes é bom falar.

Equipa

> Alexandra Vaz

> Ana Martins

> Cidália Carvalho

> Ermelinda Macedo

> Fernando Couto

> Jorge Saraiva

> José Azevedo

> Leticia Silva

> Maria João Enes

> Rui Duarte

> Sandra Pinto

> Sara Almeida

> Sara Silva

> Sónia Abrantes

> Teresa Teixeira

Agosto 2016
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
12
13

14
16
18
20

21
23
25

28
30


Arquivo
2017:

 J F M A M J J A S O N D


2016:

 J F M A M J J A S O N D


2015:

 J F M A M J J A S O N D


2014:

 J F M A M J J A S O N D


2013:

 J F M A M J J A S O N D


2012:

 J F M A M J J A S O N D


2011:

 J F M A M J J A S O N D


2010:

 J F M A M J J A S O N D


2009:

 J F M A M J J A S O N D


2008:

 J F M A M J J A S O N D


Comentários recentes
O tempo, a arbitrariedade da vida e as fragilidade...
Obrigado SAPO.AO!!
E claro que é no "Cenas na net" mas este na homepa...
Torna-se 'repetitivo', mas no bom sentido que faze...
Presenças
Outras ligações
Música

Dizer que sim à vida - Carlos do Carmo:

 

Dizer que sim à vida - Luanda Cozetti: