26.10.08

 


 


A propósito da exposição de fotografias "Vidas todos os dias", de Marcus Garcia Moreira, que está patente no Centro Português de Fotografia (Antiga Cadeia da Relação do Porto, na Cordoaria), tive a sorte de ser convidado a assistir à conferência "Arte e Inclusão", onde participaram para além do já referido fotógrafo, representantes da Cerci Espinho e do Espaço T, que defenderam apaixonadamente, a inclusão e a não discriminação pela sociedade dita "normal" das pessoas que possuem algum nivel de "anormalidade", no entanto, para mim, o que me me tocou mais, não foram as palavras destes representantes, mas sim as fotografias de Marcus Garcia Moreira.


 


Nelas conseguimos percepcionar a alegria contangiante de quem possa ter menos do que nós e ainda assim, tirar daí alegria de viver. É acima de tudo uma lição de vida à qual não devemos passar despercebidos nos dias que correm.


 


Alexandre Teixeira


 

Link deste ArtigoPor Mil Razões..., às 16:59  Comentar

De Fernando a 27 de Outubro de 2008 às 02:41
Vivemos tão preocupados em sermos normais, que acabamos por insuflar a nossa infelicidade e ficarmos verdadeiramente anormais.
E se vivêssemos, simplesmente? Sem querer copiar em nós tudo o que é normal, nem cavar à força uma distância de segurança do que é anormal.
Acho que felicidade nada tem a ver (a)normalidades; mas essa é a minha alegre opinião.
E com essas e com outras, a vida lá se vai esgotando e nós distraídos.

De Cidália a 26 de Outubro de 2008 às 21:48
No campo da deficiência ainda estou sob o efeito dum filme que vi ontem.
O filme não é recente mas eu só ontem criei oportunidade de o ver. Chama-se I AM SAM e conta com a fantástica interpretação de Sean Penn no papel de um pai com deficiência que luta pela tutela da filha.
Há duas cenas muito fortes que me tocaram particularmente.

Numa cena, pai e filha estão num parque a divertir-se. A filha dá-lhe nota de que ele é um pai diferente do pai dos outros meninos. Ele percebe, fica triste, e diz-lhe que tem muita pena que assim seja. Então ela numa sensibilidade rara diz-lhe para não ter pena porque os pais dos outros meninos não vão com eles brincar para o parque.
A outra cena é quando a assistente social tenta convencer a menina que o pai não tem condições para a criar ao que ela responde: "mas eu só preciso do amor do meu paizinho".
FENOMINAL!

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