24.12.08

 



 


Quando pensamos em violência doméstica, o pensamento coloca quase sempre a mulher como a vítima, o que nem sempre é verdade.


Por outro lado, o nosso pensamento tende à simplificação problema - solução, neste caso, violência - divórcio. Sabemos porém que a questão não é tão simples assim, quer do ponto de vista económico, quer do ponto de vista afectivo/emocional, este do nosso particular interesse.


De facto, os afectos, os laços afectivos, deixam a vítima em situações que nada têm de simples, completamente divididas entre sentimentos profundamente contraditórios e inconciliáveis.


Para abrir essa discussão, recomendo-vos a leitura de uma artigo publicado na revista da GNR, "Pela Lei e Pela Grei", no seu número de Julho a Setembro de 2008.


Também é bom verificar o quanto as forças de segurança já evoluíram nestas matérias.


 


Pela Lei e Pela Grei


 


FCC


 

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Link deste ArtigoPor Mil Razões..., às 15:22  Comentar

De Cidália a 28 de Dezembro de 2008 às 17:41
È impressionante o testemunho desta mulher.
De facto, quantas vezes as vitimas são mal entendidas e se lhes nega ajuda porque se recusam a aceitar a solução do senso comum, o divórcio.
Partir para uma situação de divórcio é ser obrigada a reconhecer que o projecto de uma vida a dois falhou. È desacreditar em sentimentos como o amor o companheirismo, o respeito. È ter de enfrentar a solidão, a perda, fazer luto. Perder o status e o respeito dos outros. È ter de virar a vida do avesso e não se sentir preparada ou capaz para essa alteração.
Quase sempre o divórcio acaba por acontecer sem que outras alternativas para a crise tenham sido tentadas, nomeadamente terapias e aconselhamentos de casal.

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