De ©Marcolino Duarte Osorio a 27 de Agosto de 2009 às 23:13
Estimado Alexandre,

citando-o: «queria apenas dizer que creio que apenas os computadores tomam decisões isentos de emoções.» Meu comentário: Sou um ex-programador (software e hardware), neste momento estou reformado, e a minha idade fisica ronda os 67 anos mas, mentalmente, procuro estar a par da evolução das coisas, das ideias e dos tempos. Não me considero um atrazo de vida... Pode ser que me engane! Por conseguinte, e a meu ver e sentir, um computador não passa de um armazém de informação (dados computáveis). Aprendi a olhar de outra forma um computador, por volta de 1969, naquele celebre filme "2001 Odisseia no Espaço" e outras obras sobre Cibernética, escrita na altura. Em 1976 vivi, na cidade de Kolónia, a primeira experiência Europeia sobre Internete. Por conseguinte, para mim, um Computador é Matéria não Pensante, é uma tentativa falhada do Homem criar algo à sua imagem e semelhança que dá lucros a meia dúzia, e despezas a milhões... Fomenta contactos cmo este que estamos a ter sem sabermos, na realidade, se não somos peseudónimos, bytebiteando por aqui. Não me leve a mal mas é a realidade, nua e crua!

Ao longo da minha vida terrena tive sempre que tomar decisões isentas de emoções. Tinha que ser "Inteligente" primando pela Isenção, desligado de tudo o mais. Existiam vidas em jogo, não apenas uma, mas familias inteiras...

Contudo sou um Ser Humano vulgar, um Homem de Afectos.

Termino como iniciei o meu primeiro comentário: "Inteligencia é-o por si mesma. Há quem lhe dê termos comparativos. Assim, sinto necessidade de não a ter..."

Um abraço!
Marcolino

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