3.10.08

   


Quem leu o Jornal de Notícias ou o Destak de hoje (páginas 3 e 4), deparou com um par de notícias que vêm reforçar e que justificam ainda mais a existência do Mil Razões...


Ambas as reportagens abordam dois temas que já nos preocupam há muito tempo e que irão ser debatidos no Mil Razões..., por um lado o suicídio nos jovens e por outro o suicídio nas forças policiais.

O que os dados dos estudos referenciados nas reportagens infelizmente nos indicam é que existe um aumento significativamente preocupante do número de suicídios nestas duas populações especificas.

Se ainda mais argumentos fossem necessários para justificar a realização e a participação nas 1.as Jornadas sobre Prevenção do Suicídio, aí estão eles!


 


Alexandre Teixeira


 

Link deste ArtigoPor Mil Razões..., às 17:50  Comentar

De Cidália a 4 de Outubro de 2008 às 17:08
As razões para que aconteçam iniciativas como o MIL RAZÕES são muitas e por demais importantes. Mas também acho importante que se comente e debata algumas questões sem pretensiosismo e sem a pompa de umas jornadas. Aqui por exemplo.
Estou a pensar, no resultado do estudo feito por 16 países em que concluiu, esse estudo, que o enforcamento é o método mais usado pelos suicidas. Penso que isto vale o que vale e na minha opinião vale pouco. Passando por cima da questão realmente importante, a morte de alguém, e falando do método este varia dependendo muito quer da facilidade de acesso aos meios, quer da resistência ou propensão para métodos rápidos ou lentos, passando inclusive por razões tradicionais.
Dentro de um só país há regiões onde tradicionalmente se usa um determinado método por isso me parece muito falacioso um estudo revelar que em 16 países o método usual vai para o enforcamento.
Preocupante é o aumento de suicídios jovens. Eu gostaria que os técnicos da área apresentassem razões para este aumento. Só conhecendo as razões deste incremento se pode prevenir.
Por último, não gosto mesmo nada que se tente classificar o acto do suicídio como um acto de coragem ou um acto de cobardia. Acho a classificação desnecessária, implicitamente alberga um julgamento e pode ser perigosa. Quem não gosta de ser corajoso? Quem nunca se sentiu um cobarde? Não estaremos com esta classificação a passar passaportes de autorização para o suicídio ?

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