29.12.17

Nerves - Gerd Altmann.jpg

Foto: Nerves - Gerd Altmann

 

O cérebro humano, também denominado por córtex cerebral, constitui a maior porção do encéfalo (parte do sistema nervoso que está contido no crânio) e pesa cerca de 1,300 kg. É aqui que encontramos os centros nervosos que regulam as atividades sensoriais (olfato, visão, audição, gosto...), motoras (movimentos dos olhos, expressões faciais, movimentos dos ombros...), bem como as atividades intelectuais (memória, inteligência...). Este é um dos mais complexos, desafiantes e misteriosos órgãos humanos para toda a Comunidade Científica e até mesmo Humanidade!!!

 

Eis três, dos inúmeros, misteriosos exemplos, que nos fazem tocar, levemente, na complexidade da dinâmica que o cérebro representa e na sua extrema importância para fazer de nós, aquilo que somos:

 

- Personalidade: podemos definir muito resumidamente a personalidade como um conjunto individual de pensar, agir e sentir que definem a nossa identidade como pessoa. Atualmente, e embora a Ciência já tenha descoberto que certas zonas específicas do nosso cérebro estão relacionadas com funções físicas particulares, a localização da personalidade continua a ser um mistério, quer seja considerada globalmente ou mesmo no seus diferentes traços e/ou funções;

 

- Consciência: este é um tema de inúmeras discussões quanto à sua definição. Uma das questões mais fortemente debatidas é se a consciência humana representa, ou não, um atributo não-científico e inatingível que transcende o conhecimento científico. Categorizando assim o “cérebro” como algo quantitativo e mensurável pela Ciência e a “mente” como uma entidade distinta de componente qualitativa.

 

- Sem descanso: apesar de todos as noites dormirmos, independentemente da qualidade do nosso sono, a verdade é que o nosso cérebro nunca descansa. Pelo contrário, os cientistas descobriram que o nosso cérebro fervilha de atividade durante o sono. O modo como o cérebro funciona durante o sono permanece ainda um mistério, apesar dos cientistas terem já descoberto os cinco estágios de evolução do mesmo.

 

Miriam Pacheco

 

Link deste ArtigoPor Mil Razões..., às 07:30  Comentar

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